Archive for fevereiro \26\UTC 2008

Passear pelo teu corpo

fevereiro 26, 2008

Na camisola de cetim
Tem muito prazer e,
Sensações sem fim.
Como é bom te ter.

Nas rendas e também,
Até na calça jeans,
Quantas loucuras têm
Em ti de cor marfim

Na flor no teu cabelo,
Linda a combinar com
Os verdes olhos em tom.
Trato-te com desvelo.

E volto aos cabelos
Com a enorme mão
Que tanto nos fez elos,
Somos um só coração.

E continuo na linha,
Das coxas e do sexo.
Toda bem feitinha,
Sinto-te num amplexo.

Rosto perfeito, das maçãs.
Admiro e me emociono,
Quão bonita e traciono
Para perto, num afã.

Dos pés subo até o ventre,
Onde buscamos baby son.
E me olha para que adentre
Com meu corpo em ti, sã.

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Voar

fevereiro 25, 2008

 

Ilustração significativa: como é um projeto?

fevereiro 24, 2008

http://tecnasopa.blogspot.com/

Onde o carinho e o desejo se encontram

fevereiro 23, 2008

Desde o primeiro instante que te avistei gostei do seu sorriso. Cativante e alegre adentrou pelo portão que eu mesmo fiz questão de abrir.
Recepcionei-te com igual largo sorriso.
Estava atrasada, mas com um brilho.
Começamos a conversar, nos conhecíamos ou não, mas o que importava, estávamos ali um diante do outro.
Entreolhamos-nos, quase que num prenúncio. Conversamos um pouco, tiramos mal tiradas fotos e rimos um pouco. O clima de reencontro nos aproximava. Sem amores, libertos, trocávamos papos sem compromisso.
Saímos do ambiente que nos levou ao encontro. Fomos a um bar, pedimos um chopp para soltar um pouco. Sem interesses primeiros e sem malícia fomos adiante por vários assuntos. Ficamos ali por seis horas e pareciam só quinze minutos!
Peguei sua mão, existia um amor, da infância meu e nascendo naquele instante em você. Seu corpo estremeceu, eu gostei do toque nas pequeninas mãos e queria repetir.
Foi o momento do início, do encontro entre carinhos e desejos, enfim chegávamos ao amor por tantas vezes procurado ao longo de nossas vidas!

O Passarinho

fevereiro 13, 2008

http://rascunhosnanet.blogspot.com/

O passarinho branco estava a me olhar. Parecia querer dizer-me algo. Uma
apreensão tomava conta dele. O carinho passava por aqueles olhos. Saudade e
uma vontade incontida.

Ficamos nos fitando. Um amor. Uma simbologia. Uma transfiguração. Depois de
alguns instantes atônito, percebi quem era aquela ave. De penugens brancas e
jeito saltitante e com uma enorme vontade de viver. Havia principalmente um
querer felicidade. Só podia ser ela, ali em forma de carinho, frágil e
linda. Titubeei e lá foi a passarinha, minutos mais tarde o telefone toca. A
coincidência foi de assustar, a sintonia e a sensibilidade tocam-nos. Amor
profundo, eterno.